Servidores

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Servidores

Mensagem por Dragon D. White em Seg Set 16, 2013 3:27 pm

.'. Elementares
Começaremos do básico, como Elementares (Não confundir com Elementais).

Pegue um objeto cuja forma você pretende atribuir ao elementar, e a coloque à sua frente. Você poderá escolher, por exemplo, uma esfera grande de madeira ou de vidro, compacta ou oca por dentro, tanto faz. Uma grande bola de borracha de qualquer tipo também serve.
Através da força de imaginação extraia o elemento desejado do Universo, e o transfira para dentro da forma escolhida até que o objeto, a bola de borracha ou outro fique totalmente preenchido. Proceda da mesma maneira com qualquer dos elementos com os quais você resolver trabalhar, com exceção do Akasha.

Você deverá sempre escolher o elemento que corresponde ao seu desejo ou à sua ideia. Repita várias vezes essa projeção, sempre com a sensação de que a cada vez a substância ele-mentar vai se represando, a comprimindo mais.

Ao ter certeza de que o represamento do elemento é forte o suficiente para satisfazer a sua vontade, impregne esse elementar assim preparado com a concentração do desejo ou do objetivo que você pretende alcançar. Depois dê um nome ao elementar, sem o qual ele nem poderia existir, determine também o seu tempo de vida, durante o qual ele terá que cumprir a sua missão. Se você estiver trabalhando com o elemento fogo: então terá criado um elementar do fogo, que será uma esfera de fogo; se ele for da água: a esfera parecerá uma esfera de vidro; se for do ar: a esfera terá reflexos azulados; a da terra: terá as cores de um punhado de barro. Observadas todas as regras, tire o elementar do objeto a envie o à missão que lhe foi atribuída. Antes disso recomende que ele volte imediatamente para a forma original depois de executar o objetivo.

Com isso você terá a possibilidade de controlar o elementar, saber se ele cumpriu a tarefa a contento, aproximando se da forma em questão com um pêndulo sidérico. Se o elementar efetivamente retornou à sua forma original, em nosso caso a esfera ou bola de borracha, o pêndulo poderá confirmar, através das suas oscilações, pois um elementar possui radiações magnéticas a elétricas muito fortes.
avatar
Dragon D. White
Admin

Mensagens : 118
Pontos : 288
Reputação : 2
Data de inscrição : 16/09/2013
Localização : Plano Astral

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Elementar - Método Golem

Mensagem por Dragon D. White em Seg Set 16, 2013 3:27 pm

Pegue 2/3 de argila a 1/3 de cera, sendo que as partes não devem ser consideradas pelo seu peso mas pela sua substância, isto é, para um litro de massa devem ser usados dois terços de litro de argila a um terço de litro de cera, para se obter a proporção correta para a massa. Acrescente um pouco de água morna a mexa a argila até formar uma pasta grossa, depois coloque a cera ligeiramente amolecida ou derretida a quente. Amasse bem até que a argila fique bem ligada à cera. Não se deve colocar muita água na argila para que ela não fique muito mole a difícil de modelar. Se você não conseguir encontrar cera de abelha verdadeira, poderá usar outra substância análoga, como sebo, estearina, parafina, etc. que.geralmente são usados para a fabricação de velas. Mas isso só em último caso, pois a cera de abelha é bem mais vantajosa.
Com a massa bem compacta devemos modelar uma figura, portanto, aquela forma que o elementar deverá assumir. Se quiser¬mos dar ao elementar a forma de uma pessoa, então a massa deverá ter essa forma. Enquanto o boneco ainda estiver quente a macio, produza um orifício perfurando o com um objeto pontudo ou um prego, da cabeça em direção aos pés, isto é, mais ou menos ao longo da coluna vertebral. Esse orifício deverá ser preenchido com um condensador fluido a depois fechado, enquanto o boneco ainda não estiver seco, para que esse condensador, caso seja um líquido, não escorra para fora. Podemos também introduzir o condensador quando a figura já estiver seca a dura, a depois fechar a abertura com cera derretida ou com uma vela. O tratamento com condensadores mágicos será explicado num capítulo específico. Se o mago tiver a intenção de criar o elementar só para seus próprios objetivos, então ele deverá fechar a abertura da figura só com um chumacinho de algodão impregnado com algumas gotas de sua própria substância orgânica, isto é, sua "matéria prima". Este é o Alpha a Omega, portanto, algumas gotas do próprio sangue ou do próprio sêmen. Em nosso caso bastaria a utilização de um ou de outro, mas se as duas múmias de primeira classe puderem ser conjugadas, o efeito é melhor ainda. Tratando se de uma maga, uma gotinha do próprio sangue exerce o mesmo efeito. O chumacinho de algodão impregnado desse modo deve ser primeiro introduzido no orifício da figura e depois só impregnado com o condensador líquido, antes de se fechar a abertura. De acordo com as leis da magia, uma figura desse tipo é a forma ideal para a criação de um elementar. O tamanho da figura não é importante, mas quanto maior ela for, mais facilmente conseguiremos trabalhar a imaginação. Um mágico competente consegue trabalhar perfeitamente com uma figura de cerca de dez centímetros de altura.
Porém se quisermos criar um elementar a sua respectiva figura para uma outra pessoa, então não devemos de modo algum acrescentar nossa própria matéria prima ao condensador fluido, pois assim o mago correria o risco de sofrer algum tipo de dano. Em função da ligação mental, astral ou material, a pessoa em questão teria a possibilidade de influir no mago direta ou indiretamente, não só de forma benévola como também malévola. Por exemplo, se uma figura preparada com a múmia fosse colocada em água fria, o mago que a preparou sentiria calafrios, a vice versa, se fosse colocada em água quente, ele sentiria febre. Há outras possibilidades de efeitos provocados pelo encantamento mágico, que não descreverei aqui, para que o aluno não seja induzido a praticar o mal.
O boneco aqui descrito naturalmente só poderá ser carregado com um único elemento a produzir o elementar correspondente, como explicamos na apresentação desse método, mas pretendo descrever também em detalhes a prática do segundo método.
Pegue a figura de cera com a mão esquerda, a afague a com a direita, como se você quisesse reavivá la. Com sua própria respiração bafeje-lhe o ar por algumas vezes, como se quisesse tirar a figura de seu estado inerte a despertá la para a vida. Dê ao seu elementar o nome escolhido, pronunciando o várias vezes sobre ela. Os magos de formação cristã até costumam batizar a figura, como se batizam os recém nascidos, dando-lhe um nome durante essa cerimônia. Essa é uma escolha do próprio mago a não é algo necessariamente importante. De qualquer modo o mago deve certificar se de que o seu elementar possui um corpo completo com a forma dessa figura. Depois de dar um nome ao boneco, preencha o seu próprio corpo com o elemento terra, através da respiração pelo corpo inteiro, projete o para fora pela sua mão ou pelo plexo solar, a preencha com ele a figura, começando pelos pés a subindo até a região dos órgãos sexuais. Nesse preenchimento o elemento terra deverá ser represado dinamicamente nessas partes do boneco. Você deverá se concentrar a enviar todas as características específicas do elemento terra, como o peso, etc., a essas partes da figura e ter a firme convicção de que elas permanecerão ali a surtirão o seu efeito. Proceda da mesma maneira com o elemento água, que deve ser projetado à região do ventre do boneco, assim como o elemento ar, que deverá ser projetado à região torácica e o elemento fogo, que deverá ser projetado à região da cabeça.
Tendo projetado todos os quatro elementos na figura, com a ajuda da imaginação, você poderá ter a certeza de que criou o corpo astral de seu elementar, a que este assumiu a forma do boneco, podendo sair dele a ficar do tamanho que você determinar. O corpo astral de seu elementar permanecerá ligado ao corpo material, isto é, ao boneco, através de um cordão invisível, a tanto a vida quanto a existência desse elementar ficarão vinculados ao corpo físico desse boneco; depois de realizado o trabalho a que foi destinado o elementar deverá reassumir a forma do boneco a entrar nele, conectando se novamente ao seu corpo físico. Até esse ponto você poderá repetir a experiência várias vezes, a reforçar o seu efeito através de uma meditação profunda. Criando dessa for¬ma o corpo astral de seu elementar, você deverá agora criar o seu corpo mental, fazendo o seguinte:
Com ajuda da força da imaginação crie o corpo mental do boneco, extraindo esse corpo mental do material etérico mais sutil e fazendo com que ele assuma a forma da figura inteira. Concentre na cabeça do boneco todas as propriedades da alma a do espírito que você deseja para ele, aprofundando as através da meditação. Não pense em qualidades excepcionais, assim você poderá introduzir nele as quatro características específicas do espírito: a vontade, o intelecto, a sensação (percepção) e a consciência, a também aprofundá los através da meditação. Depois de certificar se de que a sua figura está suficientemente carregada a será plenamente eficaz na realização de seus desejos ou das suas intenções, passaremos à descrição da técnica do despertar da vida em seu elementar.
Extraia do Universo uma grande quantidade de luz, represando a em sua mão, a ponto dela brilhar como o sol. Pegue a figura com a sua mão esquerda, estendendo a mão direita incandescente sobre ela, a alguns centímetros de distância. Expire o ar quente de seu bafo sobre a região do umbigo da figura a pronuncie em voz alta o nome dela. Imagine que a cada bafo a luz de sua mão direita vai se tornando mais fraca, pois ela vai penetrando no boneco. Já no primeiro bafo você deve imaginar que o coração da figura começa a bater a seu sangue começa a circular. Essa imaginação deve ser tão forte a ponto de você sentir a vida no boneco com tanta nitidez que chega até a ser uma percepção física. No sétimo bafo a luz de sua mão direita estará totalmente apagada a terá penetrado totalmente no boneco; então a forma astral da figura já estará viva e pulsante. No oitavo bafo você deverá imaginar que o corpo físico de sua figura absorve o ar a começa a respirar regularmente. No nono bafo diga o nome dele a ao mesmo tempo fale em voz alta:
"Viva! Viva! Viva!" O último Viva! deve ser pronunciado entusiasticamente a com muita convicção, acompanhado da crença inabalável de que o elementar desejado foi efetivamente trazido à vida. Devemos ter a certeza de que, segundo as leis análogas da natureza, foi trazido ao mundo um ser completo.
Depois desse procedimento podemos seguir adiante, ou então envolver a figura num retalho de seda pura a guardá la para uma utilização posterior. Todo mundo sabe que a seda é a melhor substância para o isolamento mágico. A figura deve ser guardada num local adequado, fora do alcance de outras pessoas. Qualquer trabalho posterior ficará a cargo da imaginação.
Caso você queira prosseguir, então coloque a figura à sua frente a imagine que o corpo astral junto com o corpo mental do boneco se desligam dele. Você deve imaginar o seu elementar como um homenzinho completo, como se fosse um homem normal observado através de uma lente de diminuição. Também fica a seu critério determinar se ele deve ser do sexo masculino ou feminino, conforme a tarefa que the será atribuída. O mesmo ocorre com a vestimenta, que será de sua livre escolha. Conforme a tarefa que ele terá que cumprir, você poderá conectá lo, através da imaginação, a um ritual pré determinado, a fazer com que ele cresça rapidamente, até o tamanho que você desejar. Instrua o seu elementar desde o início, dizendo-lhe que deverá assumir o tamanho correspondente ao seu desejo. Assim você terá a possibilidade de encolhê-lo até que ele fique do tamanho de um anãozinho, ou então deixá-lo crescer até que se tome um gigante. Ficará total¬mente a seu critério também dar-lhe uma forma bela ou um pouco mais feia, o que dependerá do objetivo a que você o destinou. Como todo o corpo astral a mental independem do tempo a do espaço a não se deixam segurar pela matéria, você deverá impregnar imaginativamente o seu elementar com essa característica desde o início. Será conveniente que o mago conecte os processos importantes de trabalho com o elementar a um ritual próprio, cria¬do por ele mesmo, porque depois de muito tempo de trabalho esse processo desejado toma se tão mecânico que ele não precisará mais usar a sua força de vontade nem a sua imaginação, pois o próprio ritual desencadeará a força e o efeito necessários. Depois de muito tempo de trabalho com o elementar este poderá se adensar tanto, a pedido do mago ou até involuntariamente, a ponto de tornar se visível aos olhos físicos a não instruídos das outras pessoas. Mas é melhor sempre deixar os elementares agirem invisivelmente; essa condição deve ser combinada previamente também com o elementar, através da imaginação. No início pode se atribuir ao elementar tarefas mentais, depois astrais a passado algum tempo de use até tarefas materiais, dependendo do objetivo para o qual o mago o criou. Esse objetivo, ou tarefa, deve ser passado ao elementar já por ocasião da sua criação, pois mais tarde toma se mais difícil impregná-lo com outras características. Por isso deve¬mos, antes mesmo da criação desse elementar, fazer um planeja¬mento por escrito, onde serão anotados minuciosamente todos os detalhes. Nunca deixe o elementar dominá lo, mesmo quando ele se toma tão forte a ponto de conseguir desencadear efeitos mentais e astrais a até mesmo físicos. Depois de completado o trabalho, devemos sempre mandá-lo de volta ao seu corpo em nosso caso a figura de cera através do ritual correspondente, a nunca permitir que o elementar exerça a sua própria vontade em qualquer empreendimento. Devemos sempre manter a consciência de nosso poder mágico a nossa autoridade, a ter sempre a certeza de que na figura física do elementar, no seu corpo de cera, nós temos em mãos a sua vida e a sua morte.
Uma destruição da figura de cera, ou um vazamento do condensador fluido teria como conseqüência a morte ou a decomposição do elementar. Ao enrolá-lo na seda podemos ter certeza de que o seu corpo astral não poderá sair nem entrar de seu corpo material, pois a seda estabelece um isolamento. É muito importante saber disso a lembrar se também do fato. Quando o elementar se separa do corpo, para ser enviado a algum lugar ou cumprir uma tarefa, ele deve estar livre, isto é, sem nenhum invólucro. Se por acaso embrulhamos o elementar na seda enquanto seu corpo astral ainda está fora, ele poderá morrer ou eventualmente ser dissolvido como o mago, que com o seu corpo astral fora de seu corpo físico, torna se vulnerável a passível de ser tocado a assim morrer. Isso ocorre porque com o toque rompe se o fio de ligação entre o seu corpo astral a seu corpo material. Portanto, podemos ver que o elementar gerado deve ser tratado da mesma forma que um ser humano comum.
Se quisermos dissolver o elementar não devemos fazê-lo subitamente, pois a força liberada provém do próprio mago; um revés súbito poderia prejudicá-lo também, na medida em que o seu elementar tem a capacidade de provocar fortes efeitos físicos que nem o mago conseguiria dominar. Nesse caso a dissolução deve ser feita de forma gradual. Devemos ter o cuidado de não permitir que o elementar cresça demais a ponto de suplantar as forças físicas, astrais a mentais do próprio mago.
Recomendo dois métodos para a dissolução do elementar. De qualquer modo, a dissolução não pode ocorrer repentinamente, como por exemplo queimar a figura de uma vez só sem descarregá la antes, etc. Devemos nos lembrar que nesse elementar, gerado da forma descrita, existe uma porção de nós mesmos, a projeção de uma parte de nosso eu, a que uma destruição rápida teria como conseqüência um forte revés mágico. Caso o mago não esteja suficientemente protegido ou não saiba se defender adequadamente de forma mágica contra esses revezes, ele poderá sofrer problemas sérios de saúde em seu corpo, como por exemplo, doenças do coração, colapsos nervosos, paralisias de diversos tipos, perturbações mentais, etc. É por isso que na magia o cuidado e a atenção são essenciais, a devemos seguir rigorosamente as prescrições a regras apresentadas. Assim não correremos o risco de prejudicar nossa saúde. Só uma pessoa irresponsável, que não conhece as leis a não as observa é que poderá provocar danos em si mesmo ou nas outras pessoas. Por seu lado, alguém que tenha um caráter nobre só praticará o bem a realizará grandes coisas em prol da humanidade através da magia, pois jamais irá de encontro às leis da natureza a do espírito.
O processo de destruição de um elementar é o mesmo que ocorre com o ser humano, se não tiver sido escolhido previamente um processo específico, já no ato da sua criação. Pegue a figura e imagine o processo usual de respiração do corpo astral. Sinta o coração batendo e o sangue pulsando. Carregue a sua mão direita com o Akasha, imaginando o na sua cor violeta escuro. Projete esse Akasha no coração de sua figura de forma súbita, como se fosse um raio. Assim você matou o seu elementar. O coração pára, a respiração se interrompe. Extraia o corpo mental da figura, pois através da projeção do Akasha rompe se a ligação entre o corpo mental a astral da figura. Depois de imaginar o corpo mental fora da figura dissolva o também através da imaginação, como se ele fosse um vapor que se dissolvesse na luz universal. Então proceda à destruição do corpo astral do boneco, deixando fluir um elemento após o outro, imaginativamente, no Elemento Universal. Deve¬mos começar com o elemento fogo da cabeça da figura, depois o elemento ar de sua região torácica, o elemento água de sua região ventral a finalmente o elemento terra de seus pés. Abra então o orifício do boneco de um modo qualquer, se for o caso inclusive arrancando-lhe a cabeça, absorvendo depois o condensador fluido com um pedacinho de papel absorvente, que será posteriormente queimado. O material do boneco poderá até ser reutilizado, mas será melhor destruí-lo queimando o ou enterrando o num local isolado. Esse é o procedimento normal de destruição.
A seguir descreverei outro método, empregado no caso em que o elementar foi tão adensado a ponto de realizar tarefas físicas e exercer efeitos com tanta força a ponto de se voltar contra o mago e suplantá lo. Para se proteger contra o revés ou contra a astúcia do elementar, devemos seguir à risca as seguintes prescrições:
Prepare um banho com água bem quente, o mais quente que você puder suportar. Entre na banheira a sente se. Na mão esquerda, segure a figura envolta em seda. A mão direita deverá estar carregada com Akasha. Sacuda o envoltório de seda do boneco com a mesma mão esquerda, a no momento em que a figura es¬tiver nua sobre a água, dirija-lhe o raio destruidor de Akasha atingindo o seu coração. No mesmo instante mergulhe a figura na água imaginando que toda a força, todas as capacidades, toda a vida estará passando para o seu corpo, sua alma a seu espírito através da água. Esse processo é uma forma de destruição bastante eficaz do ser gerado, portanto o seu elementar. O seu corpo, alma e espírito assumem a vida numa medida suportável. A força restante permanece na água, e você estará protegido de um revés mágico. Saia da banheira, enxugue se, mas deixe o boneco na água até que esfrie completamente. A seda em que ele estava envolvido pode ser mergulhada na água também; tenha o cuidado de deixar a água toda escoar pelo ralo ou então jogue a fora, mas não deixe ninguém tocá la ou reutilizá la. Se você tiver uma certa clarividência a perceber que a figura ainda possui uma aura brilhante jogue a novamente na água quente a imagine que o último restinho de vida se esvai com a água. Na água quente o boneco se desfaz, e o condensador fluido, portanto o líquido, mistura se à água quente. Essa experiência também poderá ser feita mesmo que você não veja a aura da figura, por medida de segurança. Pelo menos você terá a certeza de que toda a vida do elementar se apagará. Queime ou enterre o que restou do boneco a da seda; através dessa operação o elementar estará destruído para você.
Antes de concluir a descrição desse método, eu gostaria de dar mais algumas indicações muito importantes para a prática do mago que trabalha com elementares. Como uma pessoa que já nasce com os minutos a os segundos de seu nascimento a de sua morte pré determinados, você deverá fixar esses parâmetros também para o seu elementar no momento de sua criação, mesmo que ele deva durar alguns anos. Por isso é conveniente que você anote todos esses dados num papel, para não esquecê los. Depois que os elementares foram gerados a adensados de modo a podermos até conversar com eles como se fossem pessoas de verdade, então você deverá tentar convencê los a não destruírem seu criador, ou até ameaçá los no caso disso acontecer. De forma alguma você deverá deixar de cumprir uma promessa ou uma ameaça. Mais cedo ou mais tarde você poderia perder o seu poder sobre o elementar, que se transformaria num tormento. Mesmo depois que os seus elementares the prestaram tantos serviços com lealdade e você até se apegou a eles, não deixe de ter sangue frio para concretizar a sua destruição quando a hora da morte chegar. Você deve colocar em prática o processo de destruição sem sentir piedade, como se realizasse qualquer outra operação mágica.
A fixação do momento exato da morte de um elementar é muito importante também para o caso de acontecer uma desgraça e você morrer antes do término do prazo de vida instituído para ele; assim ele se destruirá por si só quando chegar a hora que você determinou. Mesmo assim existe a possibilidade da realização do processo de destruição depois do seu falecimento, quando você estiver na esfera akáshica, se ainda tiver interesse nisso. Não descreverei aqui como isso pode ser feito, pois extrapolaria muito o objetivo desse livro. Como mago consciente, isso deverá tomar se claro automaticamente quando você estiver no plano astral. Se num caso desses um elementar não tiver a data de sua morte pré¬determinada, ele continuará existindo por centenas de anos depois do falecimento do seu criador a estará sempre pronto a reviver. Enquanto isso poderá transformar se num fantasma cuspidor, um "poltergeist" ou um vampiro, e o seu criador no Akasha, isto é o mago, será responsável por todas as ações dele.
Você poderá perguntar, afinal quantos elementares desse tipo ou similares podem ser criados por um mago? Isso fica totalmente a seu critério, isto é, você é quem decide quantos elementares vai precisar para conseguir o que quer para si a para os outros. Alguns magos possuem toda uma multidão de elementares que o servem a que executam fielmente todas as tarefas para as quais foram gerados. Assim o mago poderá, por exemplo, ter elementares que o previnem de qualquer perigo, outros que o protegem, outros ain¬da que the transmitem recados, etc. Seria inútil descrever todas as possibilidades, pois elas são todas totalmente individuais a de¬pendem do desejo que o mago pretende ver realizado. As figuras expressivas de antigos pilares a estátuas dos templos de povos antigos encontram sua explicação na magia dos elementares. Até a famosa lenda do Golem, trazido à vida pelo sábio Rabbi Law em Praga, que supostamente foi o seu criador, relaciona se com esse tipo de geração de elementares. Porém nesse caso a geração de Golem foi realizada ritualisticamente com a ajuda da Cabala. Qualquer pessoa versada na mística cabalística sabe dessas coisas; mas a síntese é a mesma apresentada no método que acaba-mos de descrever.
avatar
Dragon D. White
Admin

Mensagens : 118
Pontos : 288
Reputação : 2
Data de inscrição : 16/09/2013
Localização : Plano Astral

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

A projeção de um elemento sem forma direta, que será criada só através do elemento em questão

Mensagem por Dragon D. White em Seg Set 16, 2013 3:28 pm

A projeção de um elemento sem forma direta, que será criada só através do elemento em questão


Antes de explicar a prática desse terceiro método, eu gostaria de observar que ele é pouco conhecido e é empregado somente por alguns iniciados do Oriente. Portanto, se um mago resolver adota-¬lo, ele deverá naturalmente considerar de antemão tudo aquilo que eu descrevi até agora sobre a criação de elementares. Ele deverá sobretudo elaborar um plano de trabalho a refletir muito sobre o objetivo da criação do elementar, i. e., pensar bastante sobre a sua missão a ter em mente uma imagem muito clara dela. Além disso ele deverá considerar a forma que pretende escolher, em função da sua intenção de criar um ser feminino ou masculino, ou até duplo. Ele deverá também escolher imediatamente o seu nome e anota-lo. Não deverá esquecer se da determinação do tempo de vida do elementar, fixando com exatidão o dia e a hora do seu término. Caso se trate de um elementar para use próprio, o mago deverá fazer o carregamento através da projeção de seu próprio corpo, e se o elementar for destinado a outra pessoa, então essa projeção deverá ser feita diretamente do universo. Depois ele deverá deter¬minar como pretende chamar o elementar, se através de um ritual, uma fórmula, um gesto, ou outro método qualquer; ao quê ele pretende conectá lo, se a um boneco figura ou a algum objeto, um talismã ou um pentáculo. O local em que o elementar será guardado também deve ser escolhido previamente, para que esse ser não entre em contato com pessoas estranhas. Depois de pensar muito bem em todos esses detalhes a anotá los num papel, para ter uma visão geral de todo o seu plano de trabalho, o mago poderá passar à prática. Nesse terceiro método eu descrevo um elementar gerado a partir do elemento fogo, a que o mago usará para seus próprios objetivos.

Desenhe um círculo num pedaço de papel, a dois quadrados sobrepostos no meio dele, obtendo assim um octaedro regular. Esse octaedro representa o símbolo dos quatro elementos em seus efeitos positivos a negativos. O próprio círculo representa o princípio abrangente de Akasha, dos dois quadrados sobrepostos se formaram os quatro elementos. No meio do octaedro você deverá desenhar um sinal qualquer, que será o símbolo do elementar. O papel utilizado para o desenho deverá ser tão grande a ponto do elementar gerado poder ficar livre no interior do octaedro, portanto sobre o sinal. Esse mesmo desenho, com um diâmetro de no máximo um centímetro, deverá ser gravado num objeto redondo bem pequeno, de preferência num pratinho de cobre, prata ou ouro ou um outro metal qualquer. Em último caso seria suficiente um pedaço de madeira. O melhor seria gravar o desenho com um instrumento pontudo num pedaço de metal plano, principalmente quando se tratar de um elementar de vida mais longa. Os lamas do Tibet que trabalham com isso chamam o desenho grande de "Grande Kylichor", e a gravação pequena de "Pequeno Kylichor", que em caso de necessidade eles carregam escondida, junto de si. No Tibet o grande Kylichor não é desenhado no papel como no caso aqui apresentado, ele é montado com pedras recolhidas no campo, num local isolado, inacessível às pessoas. A construção do Grande Kylichor passa a ter então um diâmetro de cerca de 3 a 4 metros. Mas para os nossos objetivos basta desenharmos o Grande Kylichor num papel, usando tinta, guache, ou qualquer outro líquido que não apague facilmente.
Concluídos os preparativos, podemos começar com a criação propriamente dita do elementar. Sente se confortavelmente na sua asana habitual, desdobre o papel desenhado à sua frente a coloque o pequeno Kylichor exatamente no meio do grande. Tão logo você tenha largado o pequeno Kylichor de sua mão, pronuncie o nome escolhido para o elementar. O pequeno Kylichor passa a the servir como ponto de partida a de apoio da projeção dos elementos. Inspire o elemento fogo através da respiração pulmonar a dos poros para dentro de seu corpo, impregnando o com o seu desejo ou então fazendo isso só depois, quando ele for projetado para fora, vitalizado pela imaginação. Para obter resultados mais rápidos, podemos empregar ambos os métodos. Agora projete o ele¬mento fogo para fora de seu corpo através de um dos pontos de saída de seu corpo astral, a represe o de tal forma que todo o conteúdo de seu corpo é comprimido até se transformar numa pequena centelha. Essa pequena centelha de fogo ou esse elemento fogo comprimido deverá ser encantado para a superfície do peque¬no Kylichor, através da sua vontade ou da sua imaginação.
Repita essa experiência pelo menos sete vezes, represe a concentre o elemento na superfície do seu pequeno Kylichor, vá acrescentando uma centelha a mais a cada repetição, para que ela vá aumentando. Depois de sete repetições a centelha terá alcançado o tamanho de uma pequena chama, semelhante à chama de uma vela acesa. Se o exercício for muito extenuante, você poderá transpor a chama, com a ajuda do método de transposição a armazenamento, àquele local que você escolheu previamente para guardar o seu elementar. Ela poderá ser guardada numa parede ou em qualquer outro lugar de acesso restrito. Tire então o pequeno Kylichor do grande, guarde o bem, ou, se você achar mais conveniente, leve o consigo. O grande Kylichor também deverá ser dobrado a guardado. Assim chegamos ao final do primeiro trabalho.

Nas próximas vezes bastará abrir o grande Kylichor à sua frente, colocar o pequeno no meio a chamar o ser pelo nome; com isso a chama na superfície do seu pequeno Kylichor logo surgirá. Repita o processo de projeção com o elemento fogo, a vá aumentando o tamanho da chamazinha a cada represamento. Depois de represar uma chama através desse método, fazendo com que ela atinja o tamanho e a altura do elementar desejado, você poderá transformar a chama imaginativamente na forma desejada; assim a criação do seu elementar estará concluída. Para obter uma intensidade maior do elementar, você poderá carregá-lo por mais tempo com o elemento fogo; quanto mais você repetir a operação, tanto maior será a força de ação de seu elementar. O processo é o mesmo descrito nos dois métodos anteriores, o carregamento de¬verá ser feito sempre no grande Kylichor, e a chamada poderá ser feita empregando se o ritual correspondente ou pegando se o pequeno Kylichor a transmitindo-lhe a ordem desejada. Esse método é usado no Tibet, a esses elementares chamam se Yidams. A destruição de um Yidam ocorre de acordo com o processo indicado nos métodos 1 e 2, com a ajuda da imaginação, pressupondo se que você não tenha determinado algum outro método, montado e escolhido individualmente. A utilização de um elementar desse tipo é tão diversificada que não tenho condições de apresentar aqui todas as suas possibilidades.
Existem por exemplo Yidams gerados para o tratamento de doenças, para o transporte de objetos, para a transmissão de recados a discípulos a amigos, para proteger o mago a preveni-lo contra os perigos iminentes, para influenciar outras pessoas, etc., conforme a necessidade da pessoa que o gerou. O ideal é não dar muitas tarefas para o Yidam realizar, mas criar para ele um único tipo de capacidade a um único campo de ação. O seu tempo de vida deve ser bem delimitado, como já explicamos nos métodos anteriores. Fica a seu critério criar vários desses Yidams. Devemos observar ainda que dessa mesma forma poderão ser também criados Yidams com os outros elementos a até com os quatro elementos juntos; nesse último caso o processo sofre uma pequena variação, devemos iniciá-lo com a terra, depois a água, o ar a por último o fogo.
avatar
Dragon D. White
Admin

Mensagens : 118
Pontos : 288
Reputação : 2
Data de inscrição : 16/09/2013
Localização : Plano Astral

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Método por magia sexual

Mensagem por Dragon D. White em Seg Set 16, 2013 3:30 pm

orgasmo tem muitas utilizações, na magia sexual à libido ou impulso sexual não é desperdi-çada, mas encarnada num meio ou forma previamente formulada. Isto forma a base para mui-tos dos usos das energias sexuais na magia. O orgasmo é usado para criar um vórtice de energia que é então encarnado num corpo específico, para que certo resultado possa ser manifestado na realidade.

O resultado alcançado pode variar de necessidades pessoais e físicas até a impregnação de um símbolo para exploração de dimensões astrais mais altas.

Durante o orgasmo, quando a ejaculação é adequadamente controlada, pode ser usada para energizar certas imagens de grande poder, estas imagens, evocadas e fixadas na mente, to-mam forma e criam vida própria, sendo de uso prático em muitos aspectos da Grande Obra.

Os dois pré-requisitos desta forma de magia sexual são: a fixação da mente no símbolo duran-te o processo e a obtenção de um orgasmo extremamente intenso pelo prolongamento da es-timulação. Os dois fatores nunca podem ser postos de lado, portanto o pretenso mago deve começar sua exploração imediatamente.

A intenção de criação do elemental deve ser mantida desde o inicio do rito, a imagem do memo deve ser utilizada como símbolo para a canalização da energia gerada durante o orgasmo.
O intento do elemental também deve ser mantido desde o inicio do rito, pois o elemental existirá apenas para o cumprimento desse dever e depois desaparecerá.

Quando estiver alcançando o momento ápice do rito (orgasmo), fixe a imagem de seu elemetal e de seu intento, perceba que nesse momento será mais fácil e nítida a mentalização dos dois, ao atingir o êxtase do rito canalize a energia liberada nos intentos e perceba como eles se tornam reais com extrema facilidade.

Agora o elemental tentará realizar seu intento, não se esqueça dele e sempre mantenha uma ligação mental com ele (pense no intento), e certamente alcançará seus objetivos.
avatar
Dragon D. White
Admin

Mensagens : 118
Pontos : 288
Reputação : 2
Data de inscrição : 16/09/2013
Localização : Plano Astral

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Servidores

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum